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Dia nacional da luta da pessoa com deficiência - A nossa cidade é acessível para todos?

21/09/2019 13h44 - Atualizada em 21/09/2019 14h02
Por Ariela Motizuki - Assessoria Dep Igor Normando
No Dia nacional da luta da pessoa com deficiência o mandato do Deputado Estadual Igor Normando foi conhecer a realidade de quem precisa de acessibilidade para se locomover na cidade.

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Calçadas Av. Nazaré

Ir em um show de um banda ou cantor que você gosta pode parecer algo simples, mas para o Alesson Barbosa, 29 anos, fã do cantor Humberto Gessinger essa atividade possui muitos obstáculos. Alesson possui paralisia e se locomove através de muletas e cadeiras de rodas dentro da cidade de Belém, que atualmente considerada uma das piores em acessibilidade e caminhabilidade no último levantamento da organização Mobilize Brasil

Alesson é morador do bairro da Cidade Velha e enfrenta diversos desafios diários para se locomover, hoje em dia ele só consegue sair pela cidade com a ajuda da sua mãe e de seu padrasto. "Tudo é difícil pra sair de casa, a rua, ônibus, é tanta coisa que afeta a mobilidade que não dá pra dizer o que é pior", explica Alesson.

A Orla do Portal da Amazônia fica apenas alguns metros de distância da casa de Alesson, mesmo assim, a mãe de Alesson explica que consegue levar ele poucas vezes para passear na orla devido a falta de rampas que facilitem a acessibilidade. "É como se a orla fosse dividida em três partes, não tem como se proteger da chuva, então a gente acaba não indo porque se chover a gente só tem essa rampa que é muito longe. Deveria ter várias rampas pra que isso não acontecesse", enfatiza Maria Conceição.

O que diz a lei de acessibilidade? (8068/01)

A lei de acessibilidade municipal foi sancionada em 2001, e estabelece normas e critérios básicos que promovam a acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Segundo a lei, vias públicas, parques, mobiliários urbanos, edifícios e meios de transportes devem ser adaptados. 

Mestre em arquitetura e Urbanismo, Érica Corrêa explica que em Belém há problemas distintos de acessibilidade em diversas localidades da cidades, como na Avenida Nazaré, local que em alguns trechos possuem calçadas generosas e outros calçadas estreitas e de difícil passagem. "A instalação do piso tátil nas calçadas não direciona as pessoas cegas ou com baixa visão aos caminhos mais seguros. Geralmente, direcionam as pessoas para um buraco, para um poste ou para uma situação de perigo", explica a arquiteta.

Segunda a arquiteta a falta conhecimento e responsabilidade técnica específica para a realidade da cidade, assim como empatia e respeito pela diversidade. "Falta fiscalização e mais aporte técnico voltado a projetos urbanísticos e soluções de acessibilidade espacial para as diversas realidades de Belém, seja em áreas centrais e áreas periféricas", afirmou Érica.

Projetos Indicativos

O Deputado Estadual Igor Normando recentemente protocolou um projeto indicativo sobre a temática, buscando relação mais estreita entre o Poder Publico e o cidadão, através de um Cadastro Estadual de Pessoas com Deficiência (Cadastro-Inclusão), no qual poderá avaliar as características socioeconômicas das pessoas com deficiência, dentro outros assuntos. O  deputado, ainda enquanto vereador do município de Belém também foi o autor da lei municipal que prevê atendimento para surdos-mudos e visuais para para cursinhos vestibulares. 

 

 

* Os textos produzidos pelas assessorias de cada parlamentar são de responsabilidade de seus autores.

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