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15/11/2025 | 16h45 - Atualizada em 15/11/2025 | 17h14

Confira o que aconteceu essa manhã no estande da Green Zone

Reportagem: Andrea Santos- AID - Comunicação Social

Edição: Andreza Batalha- AID - Comunicação Social

 

O estande da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na Green Zone, iniciou os trabalhos da manhã deste sábado (15.11) com o painel “Política Habitacional nas Ilhas do Pará – Soluções Sustentáveis de Saneamento e Abastecimento de Água”, mediado por Monique Antunes, vereadora de Ananindeua. Isabela Bandeira, gerente de Política Habitacional da Cohab; Flavia Gemaque, professora da Universidade Federal Rural do Pará (UFRA); Thays Maneschy, gerente de estratégia de Regularização da Companhia de Habitação do Estado do Pará (Cohab); e Vania Neu, professora e pesquisadora da UFRA, foram as palestrantes.

O tema explorado tem um impacto social direto para centenas de pessoas e deve garantir segurança e dignidade para as famílias do meio rural e urbano. Durante a apresentação, foram mostrados um tratamento de água na Amazônia por meio de uma tecnologia social, assim como o tema moradia digna e a vivência de ribeirinhos. Logo após, veio o painel: “A Importância do Profissional Farmacêutico na COP30”. A mediadora foi Márcia Barros, farmacêutica e membro da Comissão de Logística Farmacêutica do Conselho Regional de Farmácia do Pará (CRF-PA). Segundo as discussões, o farmacêutico é essencial na promoção do descarte adequado de medicamentos e ajuda na prevenção da contaminação ambiental e da saúde pública. A conscientização da população sobre o descarte correto de medicamentos é essencial, e o farmacêutico desempenha um papel fundamental nesse processo.


A manhã de discussões no estande da Alepa finalizou com o “Lançamento COP30 do Senado Federal”, apresentado por Charles Chelala, coordenador do mandato do senador Randolfe Rodrigues. Foram apresentadas sete coletâneas que têm o objetivo de contribuir com os debates da Conferência, na qual o território amazônico ganha protagonismo na discussão do clima e da biodiversidade. As sete obras, lançadas pelo Senado Federal, são de autores da região e buscam elevar as vozes locais. Os autores fizeram um breve comentário sobre as obras.
 
Obras Lançadas


A primeira obra foi Estudos da Amazônia Contemporânea, de Marilene Corrêa, com interpretação sociológica da Amazônia contemporânea; em seguida, veio Cuidando da Nossa Terra, de Iori Hussak Van Velthem Linke, sobre a implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas – PNGATI. Na sequência, foram apresentados Os Náufragos do Carnapijó, O Ouro do Jamanxim e Os Balateiros do Maicuru, de Silvio Meira, falecido há 30 anos. Este autor foi o grande romancista da Amazônia. A obra foi apresentada pelo seu bisneto, Leonardo Meira. A trilogia foi premiada pelo INL – Instituto Nacional do Livro e pela ABL – Academia Brasileira de Letras.

A quarta obra mostrada foi Amazônicidades, que apresenta as cidades amazônicas e suas problematizações em três volumes elaborados pelo Observatório das Cidades Amazônicas. Logo após, foi a vez da obra 30 Anos de Floresta, com a Amazônia (fauna e flora) vista pelo fotógrafo francês Leonide Príncipe. O autor destacou que a obra de arte é um contexto geral da Amazônia, um trabalho considerável das riquezas de uma região rica em sua biodiversidade. Memória, Legado e Futuro de Chico Mendes foi exibido por Julia Feitosa e, por último, a Carta da Terra, uma reedição de documento internacional na versão adulto e infantil, coordenado por Pedro Ivo Batista. Passaram pela manhã, no estande da Alepa, vereadores e membros da sociedade civil.