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Comissão de estudos trabalha para elaborar diretrizes da educação no campo no Pará
Reportagem: Andreza Batalha
Edição: Andreza Batalha
A Comissão de Estudos para elaborar as diretrizes da educação quilombola, indígena, camponesa e extrativista foi instalada em abril de 2021 pela deputada Marinor Brito (PSOL), vice-presidente da Comissão de Educação da Alepa, para lutar contra as questões que ferem o direito à educação democratizada, e que respeite a realidade plural dos estudantes em todas as regiões.
Segundo a parlamentar do PSOL, "estas populações sofrem com uma vulnerabilidade histórica em relação ao acesso à educação de qualidade, e com as necessidades por uma educação de qualidade em seus territórios. Por isso a importância de um relatório para subsidiar um plano estadual de educação que garanta o acesso democrático ao ensino, e que esteja de acordo com os anseios das comunidades".
Marinor também destaca a necessidade de enfrentamento à desmobilização e falta de investimentos na educação do campo em território paraense. "Nos últimos anos, mais de sete mil escolas no campo foram fechadas no Pará e não podemos permitir isso, que esse direito aos filhos dos trabalhadores rurais seja negado", diz a deputada.
Para a parlamentar, "garantir que todos os municípios e áreas em nosso estado tenham educação de qualidade, com professores capazes de entender a realidade social dos alunos é garantir um futuro digno para todos, todas e todes"
Os trabalhos da Comissão se dão de forma conjunta, com participação da Alepa, OAB, Ministério Público Federal e Estadual, além de outros órgãos e movimentos sociais afetos ao tema.
Para consolidar todo esse trabalho, a Comissão de Estudos das Diretrizes da Educação Indígena, Quilombola, Extrativistas e Camponesa está realizando uma pesquisa. Para participar, basta preencher o formulário online
